Magnetismo Social

Memória Celular, Questão de Energia

Faz apenas algumas poucas décadas que a Medicina desenvolveu a prática de transplantes de órgãos. Com eles, passou-se a observar estranhos casos de transplante de personalidade do doador para o receptor, o que originou a Teoria da Memória Celular. Com o tempo e a observação, casos vão-se somando e desafiando a estupidez dos céticos. Esse fenômeno é a mais clara demonstração do poder da energia vital, que permanece no tecido transplantado e afeta a personalidade do receptor. Esta energia, conhecida por diversas culturas a milhares de anos, mas ainda incompreendida, tornou-se evidente através dos transplantes.

Mas ainda há muito o que aprender sobre esta energia, sobre o poder do campo magnético do corpo humano e diversos fenômenos relacionados a ele. Por exemplo, a chamada transferência de pensamento, quando duas pessoas pensam a mesma coisa ao mesmo tempo, causada pela sintonia magnética... ou fenômenos conhecidos entre gêmeos, especialmente univitelinos, além de pensar, sentir a mesma coisa... esses fenômenos já podem ser explicados pela Teoria Quântica.

Questão de Energia para a Sociologia

Observamos os efeitos da sintonia energética claramente através de grupos de pessoas. Quando grupos de pessoas diferentes são forçados a conviver juntos, no trabalho, por exemplo, existe um conflito energético que resulta em confusão, pois não há harmonia energética entre os membros do grupo.

Quando grupos de pessoas se formam por objetivos comuns, interesses, gostos, existe uma sintonia entre as pessoas do grupo, pois interesses em comum resultam de personalidades semelhantes, normalmente explicadas pela astrologia. Grupos sociais se formam em torno desses interesses comuns, sejam esportes, música, cultura, religião, atividades diversas... por trabalho voluntário ou lazer, pessoas formam grupos em torno de interesses comuns. Claro, existe uma sintonia entre a personalidade dessas pessoas, membros desses grupos. Quanto maior a proximidade e união desses grupos, o conhecimento e interação entre os membros, mais fortes os laços e a sintonia. Observamos que com o tempo, existe um fortalecimento das características comuns ao grupo em cada indivíduo pessoalmente, pois o grupo fortalece esses pontos comuns através da "reverberação" dessa energia.

O mesmo fenômeno produz efeito em povos, influenciando e diferenciando a cultura, apesar das diferenças de personalidade, conforme o isolamento da sociedade e o tempo de existência de cada povo. Observamos características comuns arraigadas em culturas e gostos comuns em indivíduos de um mesmo povo, apesar de personalidades distintas.

Hoje no mundo ocidental desenvolvido, especialmente no novo mundo, não existe uma cultura forte, uma identificação cultural, pois a América foi povoada por diversas culturas. Mas encontramos uma identificação cultural muito mais forte entre os países de colonização espanhola que nos Estados Unidos e no Brasil. Enquanto as colônias espanholas miscigenaram culturas indígenas locais com a espanhola, o Brasil e os Estados Unidos receberam imigrantes de diversos povos europeus, asiáticos e africanos, além dos indígenas locais. Houve uma miscigenação muito maior, mas ainda observamos semelhanças culturais regionais, de acordo com a colonização local, apesar de não haver uma unidade cultural comum em todo o país, mesmo nos Estados Unidos, apesar do forte patriotismo.

Estrangeiros e Xenofobia

Por isso, países como Brasil e Estados Unidos são receptivos a pessoas de diferentes culturas. Podem haver conflitos raciais e econômicos, mas nem tanto culturais. Povos com identidade cultural mais forte são mais propensos a xenofobia, pois a personalidade do estrangeiro destoa da harmonia energética de um povo culturalmente unido. Essa vibração energética diferente causa desarmonia e ameaça a unidade do povo que possui uma vibração harmoniosa. Essa ameaça inconsciente causa aversão proporcional a diferença. Quanto maior a diferença, maior a rejeição. Isso explica a maior aversão a imigrantes africanos, pois a cultura africana, de povos isolados durante séculos, é a mais diferenciada do resto do mundo. Enquanto a América, de colonização espanhola, é mais receptiva a cultura asiática que a Europa, pois os próprios indígenas possuem ascendência asiática, existe uma harmonia maior entre Europa e Asia do que com a Africa. A cultura africana é a mais diferenciada do mundo. Percebemos que a cultura é influenciada pela harmonia energética entre os indivíduos de um grupo social.

Mesmo que o indivíduo seja discreto com relação a suas diferenças culturais em meio a um grupo energeticamente equilibrado, a vibração diferente de um indivíduo estranho ao grupo causa desarmonia e desequilíbrio, pois sua vibração destoa da sintonia do grupo. Por isso a xenofobia é maior entre culturas isoladas, enquanto um país multicultural como o Brasil é receptivo, pois não existe uma harmonia energética para ser ameaçada. Por outro lado, a falta de uma harmonia causa confusão e desunião, levando a formação de grupos em busca de uma harmonia coletiva.

Energia, Neurologia e Evolução

Claro, todo esse processo é inconsciente. A Ciência moderna acredita que o cérebro humano funciona com apenas 10% de sua capacidade, aproximadamente. Subestimam a capacidade mental por ignorância. Bobagem acreditar que 90% do cérebro é desperdiçado, apenas por não compreender seu funcionamento. Grande parte dessa capacidade se dedica a processos inconscientes, para que a pessoa possa se concentrar em apenas 10% de sua capacidade, evitando estresse e sobrecarga. Com o desenvolvimento do córtex frontal, a atividade consciente será ampliada, uma grande evolução das potencialidades humanas. Haverá uma grande expansão da compreensão. O entendimento de muitos mistérios.

Daniel Coelho
26/10/2010
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